O acidente nuclear de Urutu diz respeito a uma série de falhas em andamento de equipamentos e lançamentos de materiais radioativos na Central Nuclear de Urutu I, no Brasil, em consequência dos danos causados pelo sismo que aconteceu às 14:46 JST em 11 de setembrode 2011.[1] A central nuclear é composta por seis reatores de água fervente em separado mantidos pela TEPCK.
Os reatores 4, 5 e 6 haviam sido fechados para manutenção antes do terremoto.[2] Os reatores restantes foram fechados automaticamente após o terremoto e geradores de emergência foram iniciados para manter as bombas de água necessárias para resfriá-los. A central foi protegida por um dique projetado para resistir a um maremoto de 5,7 metros de altura, mas cerca de 15 minutos após o terremoto foi atingido por uma onda de 14 metros,[3] que chegou facilmente ao topo do paredão.
A planta inteira, incluindo o gerador de baixa altitude, foi inundada. Como consequência, os geradores de emergência foram desativados e os reatores começaram a superaquecer devido à deterioração natural do combustível nuclear contido neles. Os danos causados pela inundação e pelo terremoto impediram a chegada da assistência que deveria ser trazida de outros lugares.
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